Na próxima Quarta- Feira , dia 21 de Novembro de 2018 às 19h 30m na Biblioteca da Escola Secundária Cacilhas Tejo.
18 de novembro de 2018
13 de novembro de 2018
Cem anos do Armísticio.
A Associação Amigos da Cidade de Almada tem o gosto de Vos convidar para o Colóquio "Cem anos do Armísticio. Portugal na I Guerra Mundial: consequências sociais, económicas e políticas".
15 de Novembro, 5ª f., às 18h, no CineTeatro da Academia Almadense
25 de outubro de 2018
2 de outubro de 2018
30 de setembro de 2018
Comemoração do 4 de Outubro em Almada
A Associação
Amigos da Cidade de Almada, têm o gosto de convidar V. Exª para
as comemorações do 4 de Outubro, que vai levar a efeito, com a
realização do Colóquio "Vamos comemorar a República. O 4 de Outubro em
Almada e na região de Lisboa" nesse dia, às 18h00, no Cineteatro da
Academia Almadense, onde é orador convidado o Prof. Doutor António Ventura.
Estão ainda convidados os presidentes das câmaras de Almada, Barreiro e
Loures.
Às 20h00 haverá
uma actuação da Banda Filarmónica da Academia Almadense, seguindo-se às
20h30 um jantar de confraternização, no Restaurante do Teatro Municipal
Joaquim Benite, para o qual, V. Exª também está convidado.
De referir que
esta comemoração, realizada no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural,
tem parceria do FAROL, o apoio da Academia Almadense e da CMA e tem ainda o
apoio na divulgação/participação das associações ARPCA, IMARGEM, O Porco
Voador, SCALA e Universidades Seniores D. Sancho I e USALMA.
27 de junho de 2018
15ª Aniversário de "O Farol"
Escritura da constituição de
"O Farol - Associação de Cidadania de Cacilhas"
"O Farol - Associação de Cidadania de Cacilhas"
27 de Junho de 2003
17 de junho de 2018
23 de maio de 2018
21 de maio de 2018
V Caminhada Solidária Pela Saúde e pela Cultura
Dia 2 de Junho de 2018
PROGRAMA
Pelo quinto ano consecutivo vai-se realizar esta caminhada, que tem tido uma boa adesão popular ao longo destes anos.
PELA SAÚDE
È preciso transmitir a ideia de que a simples atitude de caminhar na rua, é uma alternativa ao sofá e à televisão e ajuda a quebrar o isolamento das pessoas.
Tem a vantagem de cada pessoa a poder fazer ao seu ritmo próprio, e ter grandes vantagens para a saúde.
È preciso transmitir a ideia de que a simples atitude de caminhar na rua, é uma alternativa ao sofá e à televisão e ajuda a quebrar o isolamento das pessoas.
Tem a vantagem de cada pessoa a poder fazer ao seu ritmo próprio, e ter grandes vantagens para a saúde.
PELA CULTURA
Neste trajecto aproveitamos para recordar o nosso património local e chegados ao Museu da Cidade seremos guiados através da exposição patente.
Neste trajecto aproveitamos para recordar o nosso património local e chegados ao Museu da Cidade seremos guiados através da exposição patente.
Inscrições
A partir de 8 de Maio num dos seguintes locais: Farmácia Reis, Farmácia Central, Farmácia Nuno Álvares, Farmácia Holon Pragal, Farmácia Cerqueira, em Cacilhas, sede da ARPIFC e na receção da Escola Secundária Cacilhas-Tejo.
O preço da inscrição é de 2,50 €. Os fundos angariados reverterão a favor da ARPIFC para apoiar a aquisição de uma viatura destinada à satisfação de necessidades dos idosos, em especial a deslocações a consultas médicas.
Cada participante inscrito terá direito a uma t-shirt alusiva ao evento, que lhe será entregue no ato da inscrição.
A partir de 8 de Maio num dos seguintes locais: Farmácia Reis, Farmácia Central, Farmácia Nuno Álvares, Farmácia Holon Pragal, Farmácia Cerqueira, em Cacilhas, sede da ARPIFC e na receção da Escola Secundária Cacilhas-Tejo.
O preço da inscrição é de 2,50 €. Os fundos angariados reverterão a favor da ARPIFC para apoiar a aquisição de uma viatura destinada à satisfação de necessidades dos idosos, em especial a deslocações a consultas médicas.
Cada participante inscrito terá direito a uma t-shirt alusiva ao evento, que lhe será entregue no ato da inscrição.
Organização
Trata-se duma parceria conjunta da ARPIFC, Associação Comerciantes- delegação de Almada Bombeiros Voluntários de Cacilhas, Escola Secundária Cacilhas-Tejo, Farmácia Reis, Farmácia Central, Farmácia Nuno Álvares, Farmácia Holon Pragal, Farmácia Cerqueira e “O Farol”.
Contamos com o apoio da Câmara Municipal de Almada, do Museu da Cidade de Almada, da União de Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas e do Grupo Holon.
Trata-se duma parceria conjunta da ARPIFC, Associação Comerciantes- delegação de Almada Bombeiros Voluntários de Cacilhas, Escola Secundária Cacilhas-Tejo, Farmácia Reis, Farmácia Central, Farmácia Nuno Álvares, Farmácia Holon Pragal, Farmácia Cerqueira e “O Farol”.
Contamos com o apoio da Câmara Municipal de Almada, do Museu da Cidade de Almada, da União de Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas e do Grupo Holon.
Concentração
Às 9.15 h junto ao portão da Escola Secundária Cacilhas-Tejo e às 9.30 h na Rua Cândido dos Reis em Cacilhas, junto ao Centro de Turismo Municipal, antigo Largo dos Bombeiros.
Serão facultadas gratuitamente pela Farmácia Reis medições de tensão e de glicémia, entre as 9.00 h e 10.00 h.
Às 9.15 h junto ao portão da Escola Secundária Cacilhas-Tejo e às 9.30 h na Rua Cândido dos Reis em Cacilhas, junto ao Centro de Turismo Municipal, antigo Largo dos Bombeiros.
Serão facultadas gratuitamente pela Farmácia Reis medições de tensão e de glicémia, entre as 9.00 h e 10.00 h.
Início da actividade e partida
Às 10.15 h, junto ao Centro Turismo Municipal, antigo Largo dos Bombeiros em Cacilhas, onde terá lugar um prévio aquecimento.
Percurso
Inicia-se junto ao Centro de Turismo Municipal, Rua Cândido dos Reis, antigo quartel onde há 125 anos nasceram os Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Descemos a Rua Cândido dos Reis, até ao Largo de Cacilhas. Viramos à direita pela Avenida Aliança do Povo MFA, rumo à Cova da Piedade, passamos pela Margueira, frente à Lisnave, e pelo Quartel Novo dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Seguimos junto ao Hospital Particular de Almada, a caminho do Largo 5 de Outubro, e Jardim da Cova da Piedade, passando pela Estrada do Brejo, até ao Museu da Cidade.
Chegada
Cerca das 11.00 h ao Museu da Cidade. Num percurso calculado para durar 45 minutos, em passada regular, acessível a todas as idades.
Aí será distribuída uma peça de fruta e água aos participantes, para ajudar a retemperar forças.
Seguidamente, realizar-se-á uma aula de yoga aberta a quem quiser participar e uma visita guiada à nova exposição do Museu, concluindo-se assim o evento.
Fica a sugestão de poderem prolongar a caminhada até ao aprazível Parque da Paz, que fica perto ou fazer o regresso a Cacilhas, a pé para os mais disponíveis, ou de metro.
Às 10.15 h, junto ao Centro Turismo Municipal, antigo Largo dos Bombeiros em Cacilhas, onde terá lugar um prévio aquecimento.
Percurso
Inicia-se junto ao Centro de Turismo Municipal, Rua Cândido dos Reis, antigo quartel onde há 125 anos nasceram os Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Descemos a Rua Cândido dos Reis, até ao Largo de Cacilhas. Viramos à direita pela Avenida Aliança do Povo MFA, rumo à Cova da Piedade, passamos pela Margueira, frente à Lisnave, e pelo Quartel Novo dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Seguimos junto ao Hospital Particular de Almada, a caminho do Largo 5 de Outubro, e Jardim da Cova da Piedade, passando pela Estrada do Brejo, até ao Museu da Cidade.
Chegada
Cerca das 11.00 h ao Museu da Cidade. Num percurso calculado para durar 45 minutos, em passada regular, acessível a todas as idades.
Aí será distribuída uma peça de fruta e água aos participantes, para ajudar a retemperar forças.
Seguidamente, realizar-se-á uma aula de yoga aberta a quem quiser participar e uma visita guiada à nova exposição do Museu, concluindo-se assim o evento.
Fica a sugestão de poderem prolongar a caminhada até ao aprazível Parque da Paz, que fica perto ou fazer o regresso a Cacilhas, a pé para os mais disponíveis, ou de metro.
Sugerimos também a continuação para antecipadamente marcarem mesa para almoçar nos restaurantes de Cacilhas, e apreciar a qualidade da nossa gastronomia.
11 de maio de 2018
A música portuguesa a gostar dela própria
Ana Tomás e Ricardo Fonseca
13 de Maio - 18:00h
Rua Cândido dos Reis
Dois artistas almadenses de
qualidade, um espectáculo a não perder
10 de maio de 2018
8 de maio de 2018
13 de abril de 2018
5 de abril de 2018
29 de março de 2018
Os Pormenores de Almada de Luís Bayó Veiga
Não há futuro sem memória!
«Caminhando pelas ruas antigas de
Almada, observemos os prédios e as lojas de comércio antigas que ainda
sobrevivem, com o respeito que merecem!
Transmitem-nos carácter e uma
identidade própria de uma época, através das suas fachadas de azulejos, da
singularidade das suas varandas e marquises, da harmonia das suas janelas e
portas, das lápides evocativas, das caixas de correio, dos registos religiosos,
das placas foreiras, dos números de polícia, das bandeiras de porta, dos
batentes e campainhas, dos respiradouros, das placas publicitárias, etc…
Sobre este conjunto de
pormenores, ameaçados a desaparecerem pela lei inexorável dos tempos modernos,
registaram-se largas dezenas de imagens para memória futura, das quais se seleccionaram
umas tantas, para a presente exposição.
Decerto que reconhecerá nalgumas,
a sua localização, porém, para outras mais, terá agora a oportunidade de as
descobrir e saber onde se situam.
Aqui fica o convite.»
11 de março de 2018
Documentário "Pormenores - Imagens d'hoje sobre Lisboa d'ontem"
14 de Março de 2018 - 14:30h
USU - Universidade Senior Unisaber
Não há futuro sem memória!
Caminhando pelas ruas das
zonas mais tradicionais de Lisboa, olhemos os prédios e as lojas de comércio
antigas que ainda sobrevivem, com o respeito que merecem!
Transmitem-nos carácter e uma
identidade própria de uma época, através das suas fachadas de azulejos, da
singularidade das suas varandas e marquises, da harmonia das suas janelas e
portas, das lápides evocativas, das caixas de correio, dos registos religiosos,
das placas foreiras, dos números de polícia, das bandeiras de porta, dos
“entalados”, dos batentes e campainhas, dos respiradouros, das placas
publicitárias, dos relógios de rua, etc…
Sobre este conjunto de
pormenores, ameaçados a desaparecerem pela lei inexorável dos tempos modernos,
registaram-se milhares de imagens para memória futura.
Mesmo que já conheça alguns,
terá agora a oportunidade de conhecer muitos mais.
Aqui fica o convite.
2 de março de 2018
Madalena Iglésias (1939-2018)
No
passado dia 16 de Janeiro 2018, faleceu aos 78 anos de idade numa clínica em
Barcelona, a popular cançonetista Madalena Iglésias.
Para
muitos considerada uma das mais belas vozes de sempre, representativas da
musica ligeira nacional, Madalena Iglésias de seu nome, Maria Lucília Iglésias
do Vale, veio a nascer acidentalmente em Lisboa, na Freguesia de Santa
Catarina, em 24 de Outubro de 1939, mas com 2 dias de idade regressou a
Cacilhas, onde seus pais viviam e eram donos de um restaurante no Cais do
Ginjal, e foi aqui que Madalena Iglésias, que todos tratavam por “Lucita” viveu
e brincou até aos 5 anos de idade.
Com
17 anos de idade, iniciou a sua carreira artística no Centro de Preparação de
Artistas, na ex-Emissora Nacional e em 1960 foi eleita Rainha da Rádio e da
Televisão.
Em
1966, foi a vencedora do Festival da Canção organizado pela RTP, interpretando
um dos maiores sucessos de sempre da música portuguesa: "Ele E Ela"
de Carlos Canelhas.
Ao
longo das décadas seguintes, participou em diversos festivais e fez múltiplas
exibições em vários países, sobretudo no continente Sul-Americano, vindo a
fixar-se na Venezuela, onde casou com um português e foi mãe de um casal de
filhos, tendo então quase que abandonado a carreira de cançonetista
profissional a partir do início da década de 1970.
Mais
tarde veio a radicar-se em Barcelona, não deixando de vir com frequência a
Lisboa, onde possuía uma casa e se encontrava com amigos de longa data, entre
eles, António Calvário, Artur Garcia e Simone de Oliveira, sua rival na vida
artística na época dos anos 60 e sua grande amiga na vida privada.
Em
2008 é publicada a sua fotobiografia "Meu nome é Madalena Iglésias",
de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho.
O
Farol num artigo publicado no seu Boletim de Novembro de 2015, recorda-a nos
seus tempos de infância, como “Uma Rainha que brincou no Ginjal”.
Possuidora
de uma beleza singular e de uma voz ímpar, será sempre recordada por todos nós,
com amor e saudade e pela alegria das suas canções, das quais nos legou vasto
repertório para além de "Ele e Ela", e entre outras, "Silêncio Entre Nós", "Poema de Nós Dois", "Canção
para um poeta", "Canção Que Alguém Me Cantou", "É Você,
"Oração Na Neve" e "De Longe, Longe, Longe...", e muitas
mais.
Até
sempre Madalena!
Luis
Bayó Veiga
23 de janeiro de 2018
Alexandre Castanheira (1928-2018)
Esta é daquelas notícias
que gostaríamos nunca ter de dar, mas que não podemos deixar de sobre ela
escrever.
Alexandre Castanheira
(1928-2018) faleceu no passado dia 16 de janeiro. Figura de relevo, de
importância crucial no panorama cultural almadense, deixa em todos que o
admiravam uma sensação de enorme perda.
À família e amigos os
nossos sentidos pêsames.
Resistente antifascista,
defensor da Liberdade e da Paz, esteve preso várias vezes. Viu-se forçado a
passar à clandestinidade e a exilar-se em França tendo regressado a Portugal em
1978.
Esteve sempre ao serviço
das causas sindicais e do movimento associativo marcando de forma intensa a
atividade cultural e educativa em Almada.
O seu papel na defesa do
Poder Local Democrático foi desenvolvido enquanto autarca na Assembleia
Municipal de Almada e enquanto presidente da Assembleia de Freguesia do
Laranjeiro.
Um percurso que mereceu
reconhecimento público com a atribuição da Medalha de Ouro de Mérito Cultural
pela Câmara Municipal de Almada em 1994 e da Comenda da ordem da Liberdade em
2004.
Licenciado em
Histórico-Filosóficas e em Literatura Moderna foi professor na Escola Superior
de Educação Jean Piaget de Almada, diretor da Associação de Ecologia Social e
Urbana “Casa Humana”, formador na área da Poesia para crianças e jovens com
vista à constituição de um Cancioneiro Infanto-juvenil.
Como escritor editou vários
livros: do ensaio ao teatro, passando pelas crónicas e memórias, mas foi com a poesia
que se destacou. Declamador exímio conseguia facilmente contagiar pelo sorriso
aberto e franco e pela empatia que a sua postura despertava em quantos o
ouviam.
Desde sempre se interessou
pela divulgação da poesia fazendo recitais em escolas e coletividades em
Almada, mas também por todo o país. Participava ativamente nas atividades da
associação informal Poetas Almadenses e raramente faltava aos encontros
mensais de Poesia Vadia.
“O Farol” recorda a amizade
e solidariedade que sempre recebeu de Alexandre Castanheira que muitas vezes nos
lembrava a sua vida familiar em Cacilhas e os amigos da Rua Cândido dos Reis e
da Parry & Son.
Almada ficou mais pobre
com a sua partida, mas ficam as suas palavras para nos acompanhar naquela que é
a sua faceta mais romântica:
Nada
e tudo
Parti numa hora de loucura
e agora longe de ti
vivo arrastado
o desejo da ausente
que vislumbro
e sinto no fundo de mim
presente
resultado do silêncio
disseminado em ondas de calor
inundando este vazio pleno
Entre o nada e o tudo
o que me falta e o que
contenhoe o que pressinto de ti
a cada momento te amo
mais e mais e mais
e mais repito ainda
que te direi uma vez mais
como te amo
A sombra deste sol
abrasador
fermenta o nosso amornum cosmos azul profundo
onde te direi
envolta em nuvens de prazer
e felicidade
no momento extraordinariamente preciso
de te apertar enfeitiçado
e magnético
nos braços ávidos de carícias
COMO TE AMO.
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