20 de janeiro de 2017




Faleceu Gena de Sousa


No passado dia 19, faleceu Gena de Sousa, Maria Eugénia Delgado de Sousa, em sequência de uma intervenção cirúrgica mal sucedida. Tinha 72 anos.

De espírito altruísta e associativista, Gena de Sousa era sócia de diversas colectividades almadenses, e actualmente pertencia à Direcção da Scala, exercendo o cargo de Tesoureira.

Multifacetada no seus desempenhos, era uma fotógrafa apreciada pelos seus trabalhos de fotografia temática ocasional, participando em diversas exposições no âmbito de eventos e festividades.


Aluna sénior das universidades Usalma e D. Sancho, numa das quais, fazia parte de um grupo de tocadores de cavaquinhos, que participava, amiúde, em diversas actuações comemorativas do associativismo local.

Era casada com o pintor Américo de Sousa, “D’Sousa”, o grande companheiro da sua vida bem como o filho de ambos.

De uma simpatia espontânea, a todos distribuía um sorriso e se mostrava sempre prestável a colaborar e a ajudar.

Viveu a sua infância com seus pais em Cacilhas, na Rua Elias Garcia.

Era sócia do Farol tendo colaborado ao longo dos tempos com diversas intervenções no seu boletim “O Pharol”.

O Farol e seus associados, aqui lhe prestam respeitosa homenagem e um imenso adeus.


Que o seu espírito esteja em paz merecida e eterna.

 Até sempre Gena!


A Direcção de “O Farol”

29 de dezembro de 2016

6 de dezembro de 2016

Poesia Vadia

Quarta-feira, 7 de Dezembro - 19:30h
Casa das Artes, R. Cândido dos Reis, 49 - Cacilhas 




13 de novembro de 2016

27 de outubro de 2016

Convite



Inauguração da  exposição de Fotografia de 
Modesto Viegas,"Cacilhas pelo rio.. "
Sábado, 29 Outubro, 16 horas, 
na nova Livraria "CASA DAS ARTES",
Rua Cândido dos Reis. nº 49 A-B em Cacilhas.
Apresentação de Fernando Barão


4 de outubro de 2016

Documentário "Pormenores- Imagens d'hoje sobre Lisboa d'ontem"

6 de Outubro de 2016 (5ª f.), 21h
SCALA - R. Conde Ferreira / antiga Delegação Escolar 
(por detrás da Academia Almadense)



Não há futuro sem memória!

Caminhando pelas ruas das zonas mais tradicionais de Lisboa, olhemos os prédios e as lojas de comércio antigas que ainda sobrevivem, com o respeito que merecem!
Transmitem-nos carácter e uma identidade própria de uma época, através das suas fachadas de azulejos, da singularidade das suas varandas e marquises, da harmonia das suas janelas e portas, das lápides evocativas, das caixas de correio, dos registos religiosos, das placas foreiras, dos números de polícia, das bandeiras de porta, dos “entalados”, dos batentes e campainhas, dos respiradouros, das placas publicitárias, dos relógios de rua, etc…
Sobre este conjunto de pormenores, ameaçados a desaparecerem pela lei inexorável dos tempos modernos, registaram-se milhares de imagens para memória futura.
Mesmo que já conheça alguns, terá agora a oportunidade de conhecer muitos mais.

Aqui fica o convite.