27 de junho de 2017

Visite o Sítio Arqueológico da Quinta do Almaraz

15 de Julho
19 de Agosto
16 de Setembro
21 de Outubro

 

Assmbleia Geral de "O Farol" (8/4/2017)


Visita à Quinta do Almaraz (22/04/217)


Passeio no Tejo (20/05/2017)


Caminhada pela Saude 2017


IV Caminhada Solidária Pela Saúde e pela Cultura

Dia 27 de Maio de 2017


PROGRAMA

Pelo quarto ano consecutivo realizou-se no dia 27 de maio de 2017 esta caminhada, que mereceu a maior adesão de sempre

PELA SAÚDE
Este ano continuámos a chamar a atenção da nossa comunidade da importância de andar a pé para a nossa saúde.

PELA CULTURA
Neste trajecto aproveitámos para recordar o nosso património local e da importância do Museu da Cidade de Almada, ponto  de chegada e de visita.

Tratou-se duma organização conjunta da ARPIFC, Bombeiros Voluntários de Cacilhas, Escola Secundária Cacilhas-Tejo,  Farmácia Reis, Farmácia Central, Farmácia Nuno Álvares, Farmácia Holon Pragal, Farmácia Cerqueira e “O Farol”,
Contamos com o apoio da Câmara Municipal de Almada, e do Museu da Cidade de Almada, da União de Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas e do Grupo Holon.
Registámos o apoio de cerca de 450 inscritos

Os fundos angariados vão reverter a favor da ARPIFC para apoiar a aquisição de uma viatura para apoiar as deslocações dos idosos, em especial a consultas médicas

Concentração 
Teve lugar na Rua Cândido dos Reis em Cacilhas, junto ao Centro de Turismo Municipal, antigo Largo dos Bombeiros, onde foram facultadas gratuitamente pelas Farmácias medições de tensão e de glicémia, entre as 9.00 h e 10.00 h, e também amostras de protectores solares e cremes de beleza.

Início da actividade e partida
Pelas 10.15 h, no Largo dos Bombeiros foi ministrada uma excelente aula de ginástica, aberta aos participantes, dirigida pela professora Paula Azevedo que serviu de aquecimento à prova.

Percurso
Seguidamente, iniciou-se o percurso, sempre acompanhado de bicicleta, pelos nossos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, a partir do Centro de Turismo Municipal, descemos a Rua Cândido dos Reis, até ao Largo de Cacilhas. Viramos à direita pela Avenida Aliança do Povo MFA, rumo à Cova da Piedade, passámos pela Margueira, frente à Lisnave, e pelo Quartel Novo dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas. Seguimos junto ao Hospital Particular de Almada, a caminho do Largo 5 de Outubro, e Jardim da Cova da Piedade, passando pela Estrada do Brejo, até ao Museu da Cidade.

Chegada
Os últimos participantes chegaram cerca das 11.15 h. Num percurso que cada qual percorreu à sua própria velocidade e passadas, sempre com muita alegria , solidariedade, alegria e companheirismo, que permitiu a todos os jovens dos sete aos 80 anos, chegarem ao fim cerca 200 participantes com excelente disposição.
No esplêndido jardim do Museu da Cidade foi distribuída a todos os participantes uma peça de fruta e água, para ajudar a retemperar forças.
A jornada terminou com uma aula de yoga no jardim, dirigida pela professora Joana Galvão que teve grande adesão e permitiu a muitos participantes ter contacto com esta modalidade pela primeira vez. Encerrou a jornada uma visita guiada pela Drª Ângela Luzia à nova exposição do Museu, dedicada à Comemoração do Centenário de nascimento do escritor almadense Romeu Correia.

Fica o agradecimento da Organização a todos os que apoiaram este evento,  e até 2018.



6 de junho de 2017

"Memórias, Sociabilidades e Resistências. O caso da Cooperativa de Consumo Piedense"


Convite - apresentação do livro 
"Memórias, Sociabilidades e Resistências. 
O caso da Cooperativa de Consumo Piedense"
   
 Museu da Cidade, 10 de Junho, 16h00
   

9 de maio de 2017

O Cravo espanhol


O TEATRO DE ROMEU CORREIA BEM VIVO EM ALMADA



Foi um privilégio assistir, no passado sábado à noite, em Almada no Fórum Romeu Correia, à interpretação da peça o Cravo Espanhol do autor almadense Romeu Correia, levada à cena pelo Teatro da Terra, de Ponte de Sor.
Ficou provado que o teatro de Romeu Correia mantém a actualidade a força e a ligação ao longo público, pois ele retracta a vida, as tradições e a vida do nosso povo, com os seus problemas e contradições mas, também com muita alegria de viver.

Obrigado ao Teatro da Terra e em particular à encenadora e actriz, Maria João Luís por ter cumprido o desejo do Romeu de ver o seu teatro representado, e da forma brilhante como o fizeram.
Conseguiram captar e transmitir o pulsar de Almada, imortalizado por Romeu, mostraram através da sua interpretação a forma de falar e viver das gentes dos nossos bairros populares, e como lembrou uma amiga por quem os anos parecem não passar, a linguagem típica e os trejeitos dos bairros populares que existiam antigamente entre as Torcatas e o Pragal.

Esperemos que esta peça volte em breve à cena em Almada, para dar oportunidade a mais espectadores de a ver.

E fazemos eco dum desafio lançado por Romeu Correia em 1987, Para que levem aos palcos mais peças de autores portugueses, “porque que não pode haver teatro sem haver teatro português”:
Esperemos que finalmente seja profeta, pelo menos na sua terra….
                                                                     Henrique Mota