14 de março de 2013

CONVOCATÓRIAS para as ASSEMBLEIAS do FAROL

= 23 de MArço de 2013 =

CONVOCATÓRIA PARA ASSEMBLEIA ORDINÁRIA

DO CONSELHO CONSULTIVO

Nos termos estatutários, no âmbito do artigo 11º - 5 alínea b,  convocam-se os sócios de “O Farol – Associação de Cidadania de Cacilhas” para a Assembleia ordinária referente ao ano 2013, a realizar no dia 23 de Março de 2013, pelas 14 h., na sede ARPIFC, Rua Elias Garcia, em Cacilhas, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:
Ponto único: Atribuição do prémio “ Cidadão de Mérito de Cacilhas
Nota: Nesta assembleia só terão direito a voto os associados fundadores “
Cacilhas, 12 de Fevereiro de 2013
O Presidente do Conselho Consultivo

José Manuel Miranda Duarte




CONVOCATÓRIA PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

Nos termos estatutários convocam-se os sócios de “O Farol – Associação de Cidadania de Cacilhas” para a Assembleia Geral ordinária referente ao ano 2013, a realizar no dia 23 de Março de 2013, pelas  15 h., na sede ARPIFC, Rua Elias Garcia, em Cacilhas, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:
1 – Período antes da ordem do dia;
2 – Informações várias;
3 – Apresentação e votação do relatório e das contas da gerência de 2012;
5 – Apresentação e votação do plano de actividades e do orçamento para 2013.
Cacilhas, 12 de Fevereiro de 2013
Atentamente,
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

Fernando Miranda Barão

7 de março de 2013

FÓRUM DE DANÇA BRASÍLICA com o Balé Brasil de Portugal

Dias 12,14,15 e 19 de Março, das 19.00h às 21.00h

Casa Municipal da Juventude de Cacilhas - Espaço Ponto de Encontro

*Projeto integrado na Quinzena da Juventude de Almada
 "A dança brasílica aborda o universo folclórico do Brasil, em especial do Nordeste, transportado para uma linguagem cénica aprimorada - é um retrato dançado do Brasil."

 Este fórum é direcionado a todos os interessados em dança, cujo trabalho incidirá num dos ciclos da dança brasílica - o ciclo carnavalesco, onde serão trabalhados os seguintes ritmos: frevo, maracatu, samba e caboclinhos; uma viagem pela linguagem, cultura, história, musicalidade, origens e riqueza da dança.
 Inscrições até ao próprio dia no Espaço Ponto de Encontro, Rua Trindade Coelho, nº3 (próximo ao terminal fluvial de Cacilhas) ou através do email:

*Inscrição e participação gratuitas

Organização: Assim Ser - Associação Intercultural Brasílica de Portugal
 Apoios: Câmara Municipal de Almada - Divisão de Juventude

27 de fevereiro de 2013

15 de fevereiro de 2013

8 de fevereiro de 2013

CORSO DE CARNAVAL EM CACILHAS


Porque tristezas não pagam dívidas
  
TERÇA-FEIRA

A PARTIR DAS 19H30 


Salga Romana de Cacilhas

Um património que devemos de defender.

No decurso da apresentação do Plano de Pormenor de Cacilhas , o Centro de Arqueologia de
Almada alertou para a necessidade de preservação, de um conjunto de dez cetárias romanas
(tanques para preparação de conservas e molhos à base de peixe), integrados em fábrica, existente no Cais de Cacilhas. 

Ficam as imagens e os justos argumentos do Centro de Arqueologia de Almada



30 de janeiro de 2013


Informamos os nossos associados que as Quotas de 2013, estarão a pagamento na próxima semana.


21 de janeiro de 2013

NOITES DO VINIL - SONS E CONVERSAS

A Apresentação das Noites do Vinil, 
no Chá De Histórias, foi um êxito.  
A facilidade de comunicação e o extraordinário conhecimento do orador, José António Santos "Pila", dos temas abordados, juntamente com a qualidade dos discos apresentados, muitos deles autenticas raridades de coleccionador, produziram no seu conjunto um evento de rara qualidade que se transmitiu a uma plateia repleta, que enfrentou corajosamente uma noite invernosa de mau tempo, para  relembrar a Magia do Vinil.



(Fotografias de Luís Bayó Veiga)

14 de janeiro de 2013

NOITES DO VINIL - SONS E CONVERSAS

18 de Janeiro (sexta-feira), às 21h
no Chá de Histórias
R. Cândido dos Reis, Cacilhas


O fim da segunda guerra mundial abriu caminho a um desenvolvimento económico, político, social e cultural sem precedentes na sociedade. Novas estéticas e novas teorias filosóficas e psicanalíticas influenciaram e moldaram correntes como o teatro do absurdo, o "living theatre", Becket, o "nouveau roman", o cinema underground, a "nouvelle vague", a pop art, a op art, a música concreta, o bop e o free jazz, a dança moderna, para mencionar apenas algumas. Impelidas, todas elas, pelo grande ímpeto de mudança que varria a sociedade.
É neste contexto que irá surgir, em meados de 50 nos Estados Unidos, um movimento musical designado por rock'n' roll - uma mistura de elementos do country e do rhythm 'n' blues -, cuja principal voz será a de Elvis Presley. Este movimento, por sua vez, estará na origem da eclosão doutro iniciado em Inglaterra e nos Estados Unidos em princípios de 60, cujos principais mentores serão Bob Dylan e os Beatles, e que irá produzir uma verdadeira revolução não apenas musical mas igualmente no plano das mentalidades. O rock encarnava de certo modo a rebeldia da juventude, a sua vontade de mudar costumes e ser protagonista. Em meados de 60, a mudança na sociedade era tão profunda que mal se conseguia imaginar como eram as realidades dez anos antes.
O que começou por ser uma música simples e directa, como era o rock de 50, transformou-se, em meados de 60, num fecundo caleidoscópio musical. O rock e o pop assimilaram o folk, os blues, o country, o rhythm 'n' blues, o soul, o funky, Sinatra & cª, elementos do jazz, do clássico, da música concreta e electrónica; elementos doutras culturas, como por exemplo da música latina ou indiana. Já não era de admirar se os Beatles gravavam discos com o recurso a gravações invertidas como era usado na música electrónica ou se usavam uma grande orquestra, como na sua obra-prima absoluta de 1967 que dá pelo nome de 'A Day In The Life'. O dilema clássico-popular foi ultrapassado pela sofisticação das formas e conteúdos inerentes às novas condições de produção. E isso independentemente de todo o comercialismo montado pela máquina da indústria discográfica.
Mas a grande mudança tinha começado ainda nos anos 40 no jazz com o movimento bop e Charlie Parker. Emergiram Thelonious Monk, Miles Davis, Ornette Coleman, John Coltrane. Os talentos, então, começaram a brotar: Presley, Dylan, Lennon, McCartney, Mick Jagger-Keith Richards, Tim Buckley, Lou Reed, Leonard Cohen, Van Morrison, Frank Zappa, Sandy Denny, Joni Mitchell, Ray Davies, Brian Wilson, Jimi Hendrix, Syd Barrett, Neil Young, Phil Ochs, David Bowie, Brian Eno, Brian Ferry, Robert Wyatt. Noutras latitudes surgiram Jobim e Chico Buarque, Brel e Brassens e José Afonso. Esta 'movida' global, se assim lhe quisermos chamar, apesar dos meios de expressão diferentes, é um dos mais importantes movimentos culturais e artísticos do século xx. É com o advento do rock em meados de 50 que começou a massificação da venda do disco de vinil, depois ampliada em 60. No princípio de 60 aparece o stereo e os reprodutores - os gira-discos - tornam-se mais sofisticados. Emerge uma poderosa indústria da qual o elemento nuclear é o disco de vinil. A música entrou no nosso quotidiano já não apenas através da rádio mas também através do disco de vinil, que tinha então os formatos de LP, EP e Single.

16 de dezembro de 2012

"A vida de pernas para o ar" de Carla Oliveira


A vida de pernas para o ar – falar de cancro em poesia, é  um livro de Carla Oliveira, que nos foi  apresentado pela autora na Poesia Vadia em Cacilhas.

A leitura dos poemas feita pela própria, mostrou-nos a dimensão humana da sua situação, de uma forma intensa, em que nos fala desta dura realidade na primeira pessoa, libertando para a esfera colectiva  a dor e a revolta que irrompem de cada  ser atingido, e das suas interrogações mais íntimas.

Traz-nos também palavras de esperança e de determinação, do enorme desejo de seguir em frente, fazendo do amor, uma das armas decisivas para uma luta quotidiana pelo direito a ter  Futuro.

A coragem da Carla Oliveira de abordar assim o problema   do Cancro, um dos actuais flagelos da Humanidade,  constitui um alerta para a necessidade da sua prevenção e avanço científico no sentido da cura e alívio do sofrimento.

Um livro a não perder, à venda nas livrarias.
Parabéns á autora