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30 de janeiro de 2013
21 de janeiro de 2013
NOITES DO VINIL - SONS E CONVERSAS
A Apresentação das Noites do Vinil,
no Chá De Histórias, foi
um êxito.
A facilidade de comunicação e o extraordinário conhecimento
do orador, José António Santos "Pila", dos temas abordados,
juntamente com a qualidade dos discos apresentados, muitos deles autenticas
raridades de coleccionador, produziram no seu conjunto um evento de rara qualidade
que se transmitiu a uma plateia repleta,
que enfrentou corajosamente uma noite invernosa de mau tempo, para relembrar a Magia do Vinil.
(Fotografias de Luís Bayó Veiga)
14 de janeiro de 2013
NOITES DO VINIL - SONS E CONVERSAS
18 de Janeiro (sexta-feira), às 21h
no Chá de Histórias
R. Cândido dos Reis, Cacilhas
O fim da segunda guerra mundial
abriu caminho a um desenvolvimento económico, político, social e cultural sem
precedentes na sociedade. Novas estéticas e novas teorias filosóficas e
psicanalíticas influenciaram e moldaram correntes como o teatro do absurdo, o
"living theatre", Becket, o "nouveau roman", o cinema
underground, a "nouvelle vague", a pop art, a op art, a música
concreta, o bop e o free jazz, a dança moderna, para mencionar apenas algumas.
Impelidas, todas elas, pelo grande ímpeto de mudança que varria a sociedade.
É neste contexto que irá surgir,
em meados de 50 nos Estados Unidos, um movimento musical designado por rock'n'
roll - uma mistura de elementos do country e do rhythm 'n' blues -, cuja
principal voz será a de Elvis Presley. Este movimento, por sua vez, estará na
origem da eclosão doutro iniciado em Inglaterra e nos Estados Unidos em
princípios de 60, cujos principais mentores serão Bob Dylan e os Beatles, e que
irá produzir uma verdadeira revolução não apenas musical mas igualmente no plano
das mentalidades. O rock encarnava de certo modo a rebeldia da juventude, a sua
vontade de mudar costumes e ser protagonista. Em meados de 60, a mudança na
sociedade era tão profunda que mal se conseguia imaginar como eram as
realidades dez anos antes.
O que começou por ser uma música
simples e directa, como era o rock de 50, transformou-se, em meados de 60, num
fecundo caleidoscópio musical. O rock e o pop assimilaram o folk, os blues, o
country, o rhythm 'n' blues, o soul, o funky, Sinatra & cª, elementos do
jazz, do clássico, da música concreta e electrónica; elementos doutras
culturas, como por exemplo da música latina ou indiana. Já não era de admirar
se os Beatles gravavam discos com o recurso a gravações invertidas como era
usado na música electrónica ou se usavam uma grande orquestra, como na sua
obra-prima absoluta de 1967 que dá pelo nome de 'A Day In The Life'. O dilema
clássico-popular foi ultrapassado pela sofisticação das formas e conteúdos
inerentes às novas condições de produção. E isso independentemente de todo o
comercialismo montado pela máquina da indústria discográfica.
Mas a grande mudança tinha
começado ainda nos anos 40 no jazz com o movimento bop e Charlie Parker.
Emergiram Thelonious Monk, Miles Davis, Ornette Coleman, John Coltrane. Os
talentos, então, começaram a brotar: Presley, Dylan, Lennon, McCartney, Mick
Jagger-Keith Richards, Tim Buckley, Lou Reed, Leonard Cohen, Van Morrison,
Frank Zappa, Sandy Denny, Joni Mitchell, Ray Davies, Brian Wilson, Jimi
Hendrix, Syd Barrett, Neil Young, Phil Ochs, David Bowie, Brian Eno, Brian
Ferry, Robert Wyatt. Noutras latitudes surgiram Jobim e Chico Buarque, Brel e
Brassens e José Afonso. Esta 'movida' global, se assim lhe quisermos chamar,
apesar dos meios de expressão diferentes, é um dos mais importantes movimentos
culturais e artísticos do século xx. É com o advento do rock em meados de 50
que começou a massificação da venda do disco de vinil, depois ampliada em 60.
No princípio de 60 aparece o stereo e os reprodutores - os gira-discos -
tornam-se mais sofisticados. Emerge uma poderosa indústria da qual o elemento
nuclear é o disco de vinil. A música entrou no nosso quotidiano já não apenas
através da rádio mas também através do disco de vinil, que tinha então os
formatos de LP, EP e Single.
3 de janeiro de 2013
27 de dezembro de 2012
16 de dezembro de 2012
"A vida de pernas para o ar" de Carla Oliveira
A vida de pernas para o ar – falar de cancro em poesia, é um livro de Carla Oliveira, que nos foi apresentado pela autora na Poesia Vadia em Cacilhas.
A leitura dos poemas feita pela própria, mostrou-nos a dimensão humana da sua situação, de uma forma intensa, em que nos fala desta dura realidade na primeira pessoa, libertando para a esfera colectiva a dor e a revolta que irrompem de cada ser atingido, e das suas interrogações mais íntimas.
Traz-nos também palavras de esperança e de determinação, do enorme desejo de seguir em frente, fazendo do amor, uma das armas decisivas para uma luta quotidiana pelo direito a ter Futuro.
A coragem da Carla Oliveira de abordar assim o problema do Cancro, um dos actuais flagelos da Humanidade, constitui um alerta para a necessidade da sua prevenção e avanço científico no sentido da cura e alívio do sofrimento.
Um livro a não perder, à venda nas livrarias.
Parabéns á autora
28 de novembro de 2012
27 de novembro de 2012
Guilherme Espírito Santo
Faleceu o grande Desportista e Campeão
Guilherme
Espírito Santo
Guilherme Espirito
Santo faleceu dia 25 de Novembro de 2012 , aos 93 anos de idade. Foi um grande
campeão , durante as décadas de 30 e 40 , e um dos maiores desportistas
portugueses de sempre.
Residiu em Cacilhas durante 41 anos, até ao fim do seu
tempo, sempre atencioso, discreto e amável.
A revista “O PHAROL” no seu número um, em 2005, publicou uma
entrevista com o senhor Espírito Santo, da autoria do seu Director
Fernando Barão, também ele um admirador confesso deste extraordinário
atleta.
Fica essa transcrição como Homenagem a este nosso
extraordinário vizinho.
Dia Europeu sem carros - Cacilhas (Set 2012)
===> ver mais fotografias <===
(fotos de Henrique Mota e imagens gentilmente cedidas pelo
departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Almada)
(fotos de Henrique Mota e imagens gentilmente cedidas pelo
departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Almada)
6 de novembro de 2012
Procissão da Nª senhora do Bom Sucesso
Cacilhas 1 de
Novembro de 2012.
Com feriado ou não em 2013,
os Cacilhenses manterão esta
secular tradição!
4 de novembro de 2012
29 de outubro de 2012
Victor Aparício
Victor Aparício deixou-nos…
Foi de imprevisto que se soube da notícia da morte de Victor Aparício.
Faleceu a 4 de Outubro no Hospital de Almada, vítima de doença breve.
Tinha 70 anos feitos em 17/07/ 2012.
Victor Manuel de Almeida Aparício, de seu nome completo, nasceu em Lisboa na Freguesia de Alcântara.
Filho adoptivo de Almada para onde foi residir partir de 1956, tinha então 14 anos.
Desde cedo, o jornalismo e a investigação sobre a história local foram as suas grandes paixões.
Concorrendo aos Jogos Florais, na época então muito em voga, obteve alguns prémios que lhe serviram de trampolim para vir a ingressar em 1968 no jornal A República, colaborando como cronista mordaz e atento, aos acontecimentos sociais da época, do que lhe adveio a proibição por parte da censura de serem publicados alguns dos seus contos…
Profissionalmente, trabalhou toda a sua vida como administrativo no Sindicato dos Tipógrafos em Lisboa então localizado na zona da Trindade ao Chiado.
Em 1969 iniciou a sua colaboração jornalística no semanário Jornal de Almada, a qual duraria até 1994, sendo apreciado pelas suas qualidades de entrevistador, repórter, cronista e contista, angariando contudo algumas polémicas em vários dos seus escritos de cariz populista neo-realista.
Colaborou também em outros jornais, como Fogo e Paz, Praia do Sol e a revista Guerrilha e ainda na rádio em vários programas nomeadamente na Ondearte, Imagens Piedenses e Sons da Noite, este na Rede A – Rádio Almada, a partir de 1982.
Em 1972 publica o seu primeiro livro, Sinfonia de uma Cidade, que na vasta obra que depois viria a publicar, foi dos poucos que escreveu de poesia.
Premiado em 1989 no Concurso Literário da Junta de Freguesia de Cacilhas, em 1998, voltaria a ser premiado com a distinção no Prémio de Poesia e Prosa de Ficção em Almada.
Em 1994, funda-se a SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, de que foi um dos seus sócios fundadores, tendo entre 2000 e 2003, sido Director do Boletim “O Scala”.
No ano seguinte, 1995, por deliberação da Câmara Municipal de Almada, foi distinguido com a Medalha de Prata de Mérito Cultural.
Entremeando com a sua vida profissional, concursos e diversos outros prémios e distinções, escreveu vários livros de ensaio e romance mas foi sobretudo nos livros abrangentes à história local de Almada e não só, que Victor Aparício mais se notabilizou com autor. São disso exemplo, as obras “Tonecas, a tragédia que enlutou Almada” (1988), “Bernardo Francisco da Costa” - Biografia (1990), “Os Almadas” – Biografias (1996), e também “Os Palmeiros e os Gafos de Cacilhas”), (1989) e “Os Távoras de Caparica” (1992), ambos em parceria com Abrantes Raposo
Em 2 de Outubro de 2010, é lançado o seu último livro, uma biografia sobre “Oliveira Feijão – Cacilhense Ilustre”.
Morreu Victor Aparício! Deixou-nos de imprevisto, sem avisar. Discretamente, como discreta foi a sua pessoa enquanto conviveu entre nós.
Morreu um Homem simples e bom!
Luis Bayó Veiga
Poesia Vadia em "dose dupla"...
A primeira é, como habitualmente, no último sábado do mês: 27 de Outubro, a partir das 17h, na Loja Doces da Mimi, Rua da Liberdade, n.º 20, em Almada, onde a Gertrudes Novais é a nossa anfitriã.
A segunda é, em Cacilhas... não de volta ao lugar onde tudo começou em 2003 mas num espaço especial na renovada Rua Cândido dos Reis: o Chá de Histórias, que nos abriu portas para ali realizar os nossos encontros poéticos, com a empenhada dinamização de António Boieiro, um dos primeiros impulsionadores deste projeto dos Poetas Almadenses desde 2003. Será no dia 2 de Novembro (sexta-feira), a partir das 21:30h.
Saudações poéticas... aparece e trás um(a) amigo(a) também.
Ermelinda Toscano
A segunda é, em Cacilhas... não de volta ao lugar onde tudo começou em 2003 mas num espaço especial na renovada Rua Cândido dos Reis: o Chá de Histórias, que nos abriu portas para ali realizar os nossos encontros poéticos, com a empenhada dinamização de António Boieiro, um dos primeiros impulsionadores deste projeto dos Poetas Almadenses desde 2003. Será no dia 2 de Novembro (sexta-feira), a partir das 21:30h.
Saudações poéticas... aparece e trás um(a) amigo(a) também.
Ermelinda Toscano
25 de outubro de 2012
Festa de Nossa Senhora do Bom Sucesso
Praticamente sem interrupções desde 1756 que sai à rua esta procissão, dedicada à Nossa Senhora do Bom Sucesso.
Nos maremotos que sucederam ao Terramoto de 1 de NOVEMBRO DE 1755, e que também nesta terra provocaram grande destruição, Cacilhas foi poupada à autentica razia provocada pelas ondas de 30 metros de altura, que varreram muitas localidades ribeirinhas e da orla marítima.
O Povo de Cacilhas, e em particular os seus pescadores e catraieiros, habituados a enfrentar o Mar em dias de tempestade, atribuíram na sua devoção religiosa este autêntico “milagre”, ao facto de o pescador Pedro da Silva ter levado a imagem da Senhora do Bom Sucesso até ao Rio Tejo, e esta ter acalmado as águas.
O certo é que Cacilhas foi poupada à fúria das águas, e o Povo de Cacilhas tornou esta data o dia da sua Terra.Devotos ou não, todos os cacilhenses têm uma reverência especial pela Senhora e pela sua procissão. Este é sem dúvida o maior sinal da identidade desta comunidade, que ao longo de séculos continua a ter na Irmandade da Nossa Senhora do Bom Sucesso, um dos pilares estruturantes da sociedade cacilhense.
Nos maremotos que sucederam ao Terramoto de 1 de NOVEMBRO DE 1755, e que também nesta terra provocaram grande destruição, Cacilhas foi poupada à autentica razia provocada pelas ondas de 30 metros de altura, que varreram muitas localidades ribeirinhas e da orla marítima.
O Povo de Cacilhas, e em particular os seus pescadores e catraieiros, habituados a enfrentar o Mar em dias de tempestade, atribuíram na sua devoção religiosa este autêntico “milagre”, ao facto de o pescador Pedro da Silva ter levado a imagem da Senhora do Bom Sucesso até ao Rio Tejo, e esta ter acalmado as águas.
O certo é que Cacilhas foi poupada à fúria das águas, e o Povo de Cacilhas tornou esta data o dia da sua Terra.Devotos ou não, todos os cacilhenses têm uma reverência especial pela Senhora e pela sua procissão. Este é sem dúvida o maior sinal da identidade desta comunidade, que ao longo de séculos continua a ter na Irmandade da Nossa Senhora do Bom Sucesso, um dos pilares estruturantes da sociedade cacilhense.
Encontramo-nos em
Cacilhas no 1º de Novembro !
14 de outubro de 2012
"Passeando à volta do Chiado"
A Hemeroteca Municipal de Lisboa tem o prazer de convidar V. Exª.
para a exibição do documentário "Passeando à volta do Chiado" realizado por Luís Bayó Veiga e Modesto Viegas, no
âmbito das Festas do Chiado de 2012, em parceria com o Centro Nacional de
Cultural.
Hemeroteca Municipal de Lisboa
R. de São Pedro de Alcântara, 3
17 de Outubro de 2012, 17h
Hemeroteca Municipal de Lisboa
R. de São Pedro de Alcântara, 3
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