No próximo Domingo, dia 30 de Setembro, O Agrupamento 510 dos escoteiros de Cacilhas, vai realizar a 7ª edição das “ Tasquinhas e Burricadas”.
Este evento, que já é uma tradição em Cacilhas, pretende retratar os costumes e tradições da freguesia.
Como de costume, o local do evento será em toda a extensão da Rua Cândido dos Reis, que já é pedonal.
Das actividades programadas constam:
- A Tradicional corrida de Burros às 15:30h
- Os Passeios de Burro pela zona, durante todo o dia,
- Bancas com doces regionais,
- Artesanato ao vivo
- Cantares tradicionais,
- Danças Regionais
- Trajes típicos
- Jogos tradicionais
27 de setembro de 2012
14 de agosto de 2012
Poema de Alexandre Castanheira
Foi num 18 de Junho, há
três anos, que se registou em Cacilhas uma verdadeira ressurreição. Fugiu da
cruz a que lhe tinham amarrado lá para as bandas dos Açores, caminhou
pesadamente à procura do seu antigo posto, que já não encontrou, e decidiu
elevar-se aos céus, para todo o tempo. Os inúmeros amantes da luz que de si
irradiava, quais novos apóstolos redentores dessa humana claridade com que
expulsam as negruras, atestam que o viram subir no espaço estrelado da
imensidão do firmamento, partindo de um lugar próximo do que tivera
antes. Em coro clamaram: "Ressurreição!".
E desde aí ninguém o vê nas alturas mas todos se sentem felizes por o terem entre os homens,naquele belo pontão.
Era um lugar aprazível
à beira de um majestoso rio
onde o sol vinha ocultar
o perpétuo e triste cinzento
com que tenebroso déspota
abafava ansiadas esperanças
de ver colorir-se e fixar-se
na bela e generosa terra
o maravilhoso azul do céu.
Recordai! Quanto era cinzentão
este pequeno marítimo lugar!
Mas no mais denso nevoeiro
sempre irrompiam uns finos
luminosos raios de futuro
e o som estridente mas meigo
da salvação que anulasse
a maldição infame do temeroso
desumano e infeliz presente.
Farol? Certo: estava ali um farol!
Os bem-vindos raios de luz ele
os forjava bem alegremente
enquanto outros bem-quistos raios
vindos dos olhos das mulheres,
dos fortes músculos dos operários
e dos românticos corações jovens,
cortavam o acinzentado espaço,
numa espécie de silêncio lutador
que acendia o clamor vibrante
do claro amanhã tão desejado.
Homens, mulheres, jovens ardentes
edificadores inultrapassáveis
do que havia de ser um dia seguinte,
ambicionado e primaveril
reduzido ao infinitamente grande
mago de um mês de Abril.
Das suas mentes saíam projectos
de uma diferente e sã existência ...
também manifestos de certezas
compostos na tipografia do Feio,
que afirmavam ser possível
gerar um vero País de liberdade ...
erguer tijolo a tijolo um mundo de paz,
ajardinado alegremente de cravos
vermelhos, por homens que haviam
de rejuvenescer na bela Cacilhas
o que Cacilhas há tanto merecia.
Assim, este País, em festa do porvir,
deu novo sentido à sã amizade
solidária do amor e da fraternidade
que os feixes luminosos e o som
do nosso querido farol semearam
no coração e mente dos cacilhenses.
Alexandre Castanheira
E desde aí ninguém o vê nas alturas mas todos se sentem felizes por o terem entre os homens,naquele belo pontão.
Era um lugar aprazível
à beira de um majestoso rio
onde o sol vinha ocultar
o perpétuo e triste cinzento
com que tenebroso déspota
abafava ansiadas esperanças
de ver colorir-se e fixar-se
na bela e generosa terra
o maravilhoso azul do céu.
Recordai! Quanto era cinzentão
este pequeno marítimo lugar!
Mas no mais denso nevoeiro
sempre irrompiam uns finos
luminosos raios de futuro
e o som estridente mas meigo
da salvação que anulasse
a maldição infame do temeroso
desumano e infeliz presente.
Farol? Certo: estava ali um farol!
Os bem-vindos raios de luz ele
os forjava bem alegremente
enquanto outros bem-quistos raios
vindos dos olhos das mulheres,
dos fortes músculos dos operários
e dos românticos corações jovens,
cortavam o acinzentado espaço,
numa espécie de silêncio lutador
que acendia o clamor vibrante
do claro amanhã tão desejado.
Homens, mulheres, jovens ardentes
edificadores inultrapassáveis
do que havia de ser um dia seguinte,
ambicionado e primaveril
reduzido ao infinitamente grande
mago de um mês de Abril.
Das suas mentes saíam projectos
de uma diferente e sã existência ...
também manifestos de certezas
compostos na tipografia do Feio,
que afirmavam ser possível
gerar um vero País de liberdade ...
erguer tijolo a tijolo um mundo de paz,
ajardinado alegremente de cravos
vermelhos, por homens que haviam
de rejuvenescer na bela Cacilhas
o que Cacilhas há tanto merecia.
Assim, este País, em festa do porvir,
deu novo sentido à sã amizade
solidária do amor e da fraternidade
que os feixes luminosos e o som
do nosso querido farol semearam
no coração e mente dos cacilhenses.
Alexandre Castanheira
13 de agosto de 2012
" Chá de Histórias"
Na nova imagem de Cacilhas, dá nas vistas o salão "
Chá de Histórias", onde, para além dos deliciosos pastéis de nata e outras
iguarias, pode também consultar os Boletins de "O PHAROL".
Uma visita quase obrigatária....
9 de agosto de 2012
Oficina ecológica
No passado dia 28 de Julho de 2012, na Rua Cândido dos
Reis em Cacilhas, o Centro de Cultura Libertária realizou uma oficina ecológica
com materiais reciclados, em que participaram muitas crianças que aprendendo a
brincar, recrearam o nosso Farol de Cacilhas.
Fica o destaque merecido por esta iniciativa.
1 de agosto de 2012
21 de julho de 2012
Festa em Cacilhas
Animação pela associação AssimSer na Rua
Comandante Cândido dos Reis, entre as 20 e 21 h, todos os Sábados até
Setembro.
Maria Manuela Pires - Convite
Exposição de pintura ao vivo, no Porto de Recreio de
Oeiras, a realizar já no próximo Sáb.21 e Dom 22 de Julho a partir das 12h até fim de tarde.
10 de julho de 2012
Projecto Comenius (Escola Cacilhas-Tejo)
Projeto
Comemius engloba escolas de países europeus que em parceria trabalham temas
comuns.
Neste
projecto denominado - “Immediate
Surroundings” - propunha-se abordar
temas relacionados com a preservação ambiental, patrimonial e cultural. Para
além da Escola Secundária Cacilhas-Tejo participaram escolas da Estónia,
Roménia, Espanha ,Turquia e Itália, sendo a língua de contacto o inglês.
Sobre
tradições de Almada apresentaram-se as Burricadas, a Procissão de Nossa Senhora
do Bom Sucesso e as Marchas dos Santos Populares.
Abordaram-se
questões de cidadania ecológica e nesse
contexto, fez-se o reconhecimento de edifícios degradados na cidade. Foi escolhido um que cumprisse
funções sociais e apresentou-se uma proposta de reconstrução com preocupações
ecológicas.
Partilhamos
através de um breve resumo visual as
apresentações dos nossos alunos envolvidos.
A
Coordenadora do Projecto,
Ana Videira da Costa
19 de junho de 2012
Momentos dispersos II - Modesto Viegas
Exposição de Fotografia
Sábada, 23 de Junho de 2012, 17h
"Espaço Doces da Mimi"
Rua da Liberdade, 20
Almada
31 de maio de 2012
O Lugar das Coisas - Miguel Almeida
Apresentação, por Ermelinda Toscano, do livro de
Miguel Almeida "O lugar das coisas"
ES Cacilhas-Tejo / Biblioteca Escolar
4 de Junho de 2012 - 19:30h
26 de maio de 2012
O património, a história local e a educação
Realizou-se nos dias 19 e 20 de
maio, o Encontro sobre Património de Almada e Seixal, organizado pelo
CAA-Centro de Arqueologia de Almada, no âmbito das comemorações do seu 40º
aniversário. Ao longo das várias sessões, foram apresentados estudos acerca do
património arqueológico, religioso, imaterial e a história local de diferentes
freguesias dos concelhos de Almada e do Seixal.
As temáticas abordadas foram:
- «Grutas de S. Paulo: O IV e III
milénios em Almada», Luís Barros;
- «Al-madan no contexto da
ocupação islâmica da Margem Sul», Maria Inês Raimundo e Vanessa Dias;
- «Três sítios e quintas
históricas entre Corroios e Amora», Rui Mendes;
- «Pelos caminhos do Cruzeiro de
Vale de Rosal», Vitor Manuel Reis;
- «Trafaria, a história da
formação de uma identidade», Carlos Barradas Leal;
- «Breve história da Costa da
Caparica», Francisco Silva;
- «Memórias da Caparica pela pena
de Bulhão Pato», Rui Caetano;
- «Património naval do Seixal»,
Elisabete Curtinhal (Ecomuseu Municipal do Seixal);
- «A indústria vinícola em
Cacilhas nos séculos XIX e XX», Luís Milheiro;
- «Os espaços e as sociabilidades
das classes trabalhadoras entre 1890 e 1930: os casos de estudo na margem sul
do Tejo», Joana Dias;
- «Memórias do cinema em Almada»,
Ângela Luzia e Margarida Nunes (Museu da Cidade de Almada);
- «Educação patrimonial em Almada
– O papel do CAA em Almada», Elisabete Gonçalves.
Em relação ao levantamento
histórico da freguesia de Cacilhas, apontamos a comunicação de Luís Milheiro
que procurou efetuar uma abordagem da importância económica e social da
indústria vinícola durante os séculos XIX e XX, a partir do estudo de elementos
documentais referentes aos armazéns de vinhos situados no Ginjal, referindo
igualmente a sua decadência e encerramento.
Estando patente a preocupação com
a educação social pelo património, este tipo de iniciativas levadas a cabo pelo
CAA, constitui um reforço da divulgação do empenho de vários investigadores no
campo da história local e do património, em conjunto com as diversas atividades
realizadas no decurso do ano por esta instituição, sempre com o objetivo do
alcance do conhecimento necessário e obrigatório para a preservação do
património – a aprendizagem geradora de uma consciência de salvaguarda do
património cultural, necessária ao exercício pleno de uma cidadania, e como
construção essencial na estruturação de uma memória coletiva.
Os estudos divulgados constituem importante recurso para o estudo da
história da comunidade almadense, vindo certamente ao encontro do trabalho
desenvolvido pela nossa Associação.
Maria da Conceição Toscano
Maria da Conceição Toscano
23 de maio de 2012
"Passeando à volta do Chiado"
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